Golos do Santa Clara em Novembro e em Dezembro


No início de cada mês será publicado neste blog um video com os melhores golos do mês passado, e estará disponível uma votação para eleger o melhor golo do mês.

No final da época será publicado um video que vai reunir os melhores golos de cada mês, para depois eleger o melhor golo da época 2011/2012 do Santa Clara.

Fiquem agora com os golos de Novembro e Dezembro, e votem, têm até dia 31 de Janeiro:

http://www.youtube.com/watch?v=MriFHxkhRds

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Repetir é a melhor forma de aprender


Bruno Moura insiste no trabalho técnico-táctico como forma de elevar o conhecimento. Reforços evoluíram sem limitações.

Depois de nova vitória – 1-0 sobre o Arouca – em mais um jogo de preparação e da merecida folga atribuída ao plantel na tarde de quarta-feira, os jogadores do Clube Desportivo Santa Clara cumpriram na manhã desta quinta-feira, dia 29, mais uma sessão de trabalho que incidiu no reforço da matéria dada como forma de alcançar uma maior identificação com o modelo de jogo que o treinador pretende implementar.

Já com os últimos reforços integrados, a primeira parte da sessão foi dedicada ao aquecimento, a que se seguiu trabalho técnico com bola. Depois, Bruno Moura dividiu os atletas pelas suas posições e em dois terços do relvado do Centro de Estágio Rosa Náutica incidiu a preparação sobre os aspectos técnico-tácticos, trabalhando essencialmente as movimentações em campo.

O último momento do treino foi dividido em dois: os titulares no jogo com o Arouca realizaram trabalho de descompressão muscular com o adjunto Filipe Almeida, enquanto que Bruno Moura orientou com os restantes jogadores uma pequena peladinha de cinco contra cinco com apoios nas laterais, promovendo diversas alterações ao longo dos três jogos realizados.

fonte: site oficial do CLUBE DESPORTIVA SANTA CLARA

CONVITE

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Filipe Mendes, Ilic e Alex reforçam sector defensivo




Guarda-redes e defesa-central mostraram qualidades no decorrer do período de observação. Defesa-esquerdo é cedido a título definitivo pelo FC Porto.

O Clube Desportivo Santa Clara reforçou o plantel sénior com três elementos, dois deles observados no decorrer do estágio, em Quiaios, nomeadamente o guarda-redes Filipe Mendes e o defesa-central Ilic. A outra cara nova é o defesa-esquerdo Alex.

FILIPE José de Lima MENDES é um guarda-redes de 25 anos nascido em Lisboa e enquanto sénior representou clubes como o Tourizense, Estrela da Amadora e Paços de Ferreira. Durante o período de avaliação mostrou qualidades que motivaram a apresentação de uma proposta oficial, tendo rubricado contrato válido até 2012.

O central sérvio Milan ILIC também agradou ao nosso treinador, Bruno Moura. O possante defesa de 23 anos tem 1,91 metros, 86 quilos de peso e revelou nos treinos e nos jogos particulares argumentos positivos para negociar a sua contratação. Assinou por três temporadas.

Também para o sector defensivo, mas proveniente do FC Porto ao abrigo do protocolo assinado entre os dois clubes pela saída de Vítor Pereira, chego o esquerdino Alexandre Henrique Gonçalves Freitas, mais conhecido por ALEX. Trata-se de um dos internacionais portugueses sub-19 que estiveram no último Campeonato da Europa – foi titular na vitória lusa sobre a Itália por 2-1 – e assinou por três épocas com o Clube Desportivo Santa Clara.

Com a contratação destes três elementos eleva-se para 23 o número de efectivos no plantel às ordens de Bruno Moura e aalvo o aparecimento de um jogador que possa ser considerado mais-valia desportiva o grupo encontra-se fechado.

Dos restantes jogadores que estiveram a prestar provas no estágio somente os avançados Rambé e Jeferson Silva continuam em observação. Os restantes – André Zuba, Fabão, Douglas, Marx e Guilherme Appell – já abandonaram os trabalhos.

fonte: site oficial do CLUBE DESPORTIVO SANTA CLARA

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Automatismos já dão para consolar a vista

Santa Clara somou terceira vitória no estágio e juntou ao triunfo capacidade para gerir os ritmos. Moreira voltou a marcar e Baldé mostrou que pode ser reforço importante.

Confiança, segurança e qualidade foram os atributos que saltaram à vista no jogo de carácter particular que a nossa equipa sénior realizou na manhã desta quarta-feira, dia 28 de Julho, resultando daí uma vitória por 1-0 sobre o Arouca, adversário que o Santa Clara defrontará dentro de um mês na primeira jornada do campeonato da Liga Orangina.

A um mês do arranque do campeonato e a duas semanas do início da Taça da Liga, o Santa Clara vincou a qualidade que já tinha demonstrado em desafios anteriores, transportando para o relvado do Centro de Estágios Rosa Náutica, em Quiaios, um futebol perfumado, adocicado e envolvente que não permitiu ao adversário incutir qualquer sinal de superioridade.

Um dia depois de ter colocado de início, no jogo com o Al-Wahda, jogadores que estão a ser observados, no encontro com o Arouca o nosso treinador apostou naqueles que estão mais próximos de constituírem um onze base. Bruno Moura deu uma hora de competição aos que foram titulares na procura de reforçar automatismos tendo em vista o arranque das provas oficiais.

E ao longo desse período de jogo viu-se um Santa Clara identificado com o modelo de jogo que o técnico tem vindo implementar, um Santa Clara que começa a revelar interessantes graus de maturidade competitiva apesar da juventude do plantel. A equipa revelou capacidade para jogar simples mas de forma eficaz, juntou pormenores técnicos interessantes para encher as vistas aos sócios e simpatizantes e, quando o calor começou a apertar, mostrou estofo para pautar os ritmos, baixar a intensidade sem perder o controlo das operações.

O primeiro tempo foi controlado e dominado pela nossa equipa que cheirou o golo aos dez minutos num cruzamento de Nelson ao qual Monteiro chegou ligeiramente atrasado para a emenda. Circulando, lateralizando e envolvendo todos os sectores na construção do futebol de ataque, o Santa Clara chegou à vantagem à passagem do minuto treze: cruzamento de Monteiro vindo da esquerda para Moreira, ao segundo poste, encostar para o fundo das redes.

Era o consumar da superioridade até então evidenciada e que não chegou a ser beliscada na resposta, ténue, do Arouca. A vencer, a nossa equipa manteve-se por cima, jogando ao primeiro toque, bonito para quem gosta de apreciar mas igualmente progressivo pois nunca tirou os olhos da baliza contrária.

Ao contrário do que sucedeu em encontros anteriores, a criação de oportunidades de golo não foi tão numerosa porque a estratégia também passou por não criar demasiado desgaste com o aproximar da competição. O colectivo mostrou, então, que também sabe pautar o jogo, sabe esconder a bola do opositor sem jogar para trás, acelerando quando necessário para aplicar novo xeque.

Reflexo desse crescimento é o lance que poderia ter dado o segundo golo, aos 23 minutos, quando Monteiro cobrou um canto e Diogo Silva cabeceou para Paulinho safar em cima do risco fatal já com o guarda-redes Pedro Soares batido.

O intervalo só trouxe uma substituição – a troca de guarda-redes – sinal claro de que Bruno Moura pretende reduzir as fases experimentais e dar automatismos aos efectivos do plantel. As alterações foram efectuadas de modo gradual, não se perdendo nem identidade nem objectividade. A ganhar por 1-0 e com o Arouca a espernear mas a não conseguir materializar, viu-se então o pragmatismo que o nosso treinador falou aquando da sua apresentação.

Futebol apoiado, passes teleguiados com os centrais a mostrarem qualidade nos lançamentos longos, obrigando o adversário a correr atrás da bola sem que os nossos atletas tenham de sofrer igual desgaste. A bola corre redondinha da defesa para o meio-campo e deste para o ataque, minimizando perdas de energia.

Sempre com as operações controladas, umas acelerações nos momentos certos para tentar elevar a contagem. Tó Miguel, aos 72 minutos, serviu Platini na esquerda mas o remate do cabo-verdiano saiu prensado. E já com Baldé em campo, o avançado só precisou de seis minutos para mostrar qualidades: arrancada pela esquerda, três adversários deixados para trás numa passada larga, galopante em direcção à área para um cruzamento que Bruno Monteiro não conseguiu aproveitar. O médio, em zona frontal, rematou a rasar a trave.

O resultado, apesar de magro, esteve sempre controlado e só numa ocasião o Arouca levou perigo, já na parte final do desafio, num livre de Hugo Monteiro para a cabeça de Paulo Ferreira. Matt Jones mostrou-se atento e defendeu para canto.

Na vitória por 1-0 diante do Arouca o Santa Clara alinhou com: Ney (Matt Jones); Fabeta (Douglas), Diogo Silva (Illic), Edgar (Vítor Alves) e Nelson (Guilherme Appell); Renato (Tengarrinha), Jeferson Ramalho (Tó Miguel), Gabi (Platini) e Bruno Monteiro (Rambé); Monteiro (Matias Oliver) e Moreira (Jeferson Silva; substituído por Baldé).

fonte: site oficial do CLUBE DESPORTIVO SANTA CLARA

Baldé promete dedicação em prol do colectivo

Avançado chegou na quinta-feira e, hoje, cumpriu os primeiros no estágio. Amanhã realiza o primeiro treino ao serviço do Santa Clara. Não promete golos mas sim empenho para que o colectivo atinja os objectivos.

Amido Baldé apresentou-se ao trabalho na tarde de terça-feira e assistiu ao particular com o Al-Wahda. O avançado cedido a título de empréstimo pelo Sporting ao Clube Desportivo Santa Clara não foi utilizado nessa partida mas, hoje, dia 28, tive oportunidade de entrar aos 84 minutos e mostrar que tem argumentos para ajudar a nossa equipa na empreitada dos objectivos traçados.

O internacional sub-19 esteve seis minutos em campo sem realizar qualquer treino mas não precisou de muito tempo para se evidenciar. Na primeira vez que tocou na bola deixou três adversários pelo caminho e ofereceu o golo a Bruno Monteiro mas este viu a bola sair ligeiramente por cima da trave.

Baldé só amanhã vai realizar o primeiro treino mas já viu dois jogos e gostou do que viu. «Gostei da atitude da equipa e estou aqui para ajudar. É o meu primeiro ano como sénior, sei que vai ser difícil mas vou esperar pelas oportunidades e trabalhar para contribuir para o sucesso do colectivo», começou por dizer.

Depois de ter sido uma das figuras nos juniores do Sporting, o avançado guineense nem pensou duas vezes quando soube do interesse do Santa Clara. «Surgiu a possibilidade de vir para cá e não hesitei porque é um clube com grande história e que dá oportunidade aos jovens. Como o meu maior interesse é jogar e evoluir, nunca me preocupou o nome dos clubes que poderiam estar interessados em mim porque o que quero é dar o melhor de mim, dedicar-me com humildade para progredir seja onde for».

Humilde no discurso, Baldé revelou estar em «boas condições físicas» depois de quase um mês ao serviço da selecção portuguesa de sub-19. Contudo, admitiu precisar de «algum tempo para conhecer os colegas e o modo de jogar da equipa», prestando atenção aos pormenores: «Gosto de aprender e ver os jogadores mais experientes é uma boa base para perceber como se movimentam. Estou certo que aqui vou aprender muito», vaticinou.

Identificado com a ambição do nosso clube, o avançado espera «realizar uma boa temporada para tentar regressar ao Sporting» mas não faz promessas no que diz respeito ao número de golos que espera marcar. «Não prometo golos, apenas trabalho, dedicação e esforço para que o colectivo sobressaia. Sou o mais jovemLUBED dos atacantes da equipa e vou aprender muito com os outros e com aquilo que o treinador tem para me passar».

fonte: site oficial do CLUBE DESPORIVO SANTA CLARA

Golo de Moreira reforça o hábito de ganhar

Avançado entrou na segunda parte e revelou-se decisivo para a conquista de mais um resultado positivo. Primeiro tempo foi dedicado a experiências.

A equipa sénior do Clube Desportivo Santa Clara está a cultivar hábitos de rendimento positivo no estágio que decorre em Quiaios, Figueira da Foz. Na tarde/noite desta terça-feira, dia 27 de Julho, a nossa equipa derrotou o Al-Wedha, da Arábia Saudita, por 1-0, resultado justo tendo em conta a produtividade da segunda parte.

Era a partida para os jogadores que estão à experiência mostrarem o que valem. O treinador, Bruno Moura, colocou cinco dos que estão a ser observados no onze inicial mas nem tudo correu de feição. A ansiedade de quererem mostrar o seu valor resultou num futebol menos colectivo que o que tem sido habitual.

E quando o colectivo não sobressai mais difícil se torna as individualidades de aparecerem e desequilibrarem, o que fez com que os primeiros 45 minutos fossem desgarrados, desligados e com poucas oportunidades de golo criadas. Vontade houve muita mas faltou lucidez. A pressa de jogar bem manietou movimentos e só aos 26 minutos a nossa equipa aproximou-se com perigo da baliza contrária: cruzamento de Tó Miguel e cabeceamento de Rambé ao lado quando estava em posição para fazer bem melhor.

A precipitação nas decisões prevalecia ao desejo de Platini, Tengarrinha, Pacheco e Matias Oliver pautarem o futebol do Santa Clara e na recta final da primeira parte quem apareceu foi Zuba a efectuar duas boas defesas que impediram o Al-Wedha de marcar. Primeiro defendeu uma recarga de Walid após livre de Esam ao poste e na segunda saiu aos pés Asir Mohnad a fazer a mancha.

Bruno Moura queria, naturalmente, mais e melhor e por isso foi, aos poucos, introduzindo novos elementos no encontro. Ao intervalo entraram Filipe Mendes, Illic, Douglas, Gabi e Jeferson Silva, jogadores que contribuíram para uma melhor organização do nosso futebol. Depois entraram Fabeta, Nelson, Renato, Jeferson Ramalho, Bruno Monteiro, Monteiro e Moreira, atletas que vieram reforçar a superioridade que o Santa Clara vinha exercendo sobre o adversário.

Jeferson Silva, num remate de primeira e sem preparação, aos 71 minutos, deu sinais do inconformismo encarnado e, aos 82, num soberbo passe de Fabeta para as costas dos centrais árabes, apareceu Moreira a bater os opositores em velocidade e a rematar cruzado sem hipóteses de defesa.

Estava feito o golo da vitória que reforça os índices de confiança e renova os hábitos de conquista que desejamos para a temporada 2010/11. Ainda antes do apito final do árbitro, Moreira teve o segundo nos pés numa jogada idêntica à primeira, mas o guarda-redes defendeu o remate.

No complexo desporto Rosa Náutica, o Santa Clara alinhou com: Zuba (Filipe Mendes); Vítor Alves (Fabeta), Fabão (Illic), Marx (Douglas) e Platini (Nelson); Tengarrinha (Renato), Tó Miguel (Jeferson Ramalho), Guilherme Appell (Bruno Monteiro) e Pacheco (Gabi); Matias Oliver (Monteiro; substituído por Moreira) e Rambé (Jeferson Silva).

fonte: site oficial do CLUBE DESPORTIVO SANTA CLARA

domingo, 25 de julho de 2010

Futebol musculado escondeu a criatividade

Jogo particular com o União de Leiria foi para homens de barba rija. Santa Clara bateu-se bem mas não conseguiu aproveitar as poucas oportunidades de golo criadas. Cansaço retirou algum discernimento ao ataque.

O Santa Clara fechou a primeira semana de estágio com a realização do quarto de jogo de preparação. O adversário na manhã deste sábado, dia 24 de Julho, foi o União de Leiria e o desafio terminou empatado a zero. O nulo explica-se com o cansaço acumulado ao longo da semana pois impediu os jogadores de soltarem a criatividade já demonstrada em encontros anteriores.

Porém, a igualdade a zero não significa que o jogo não tenha conhecido oportunidades para marcar, que as houve, mas reflecte um futebol mais combativo que criativo, mais esforçado que desenvolto porque as pernas já não respondiam àquilo que os atletas da nossa equipa pretendiam colocar em prática.

O quarto jogo em oito dias amarrou a criatividade mas vincou o pulmão do colectivo orientado por Bruno Moura. O União de Leiria, equipa que se prepara para discutir o campeonato da Liga Zon Sagres obrigou o Santa Clara a recorrer a todas os seus recursos para equilibrar um futebol contrário também ele de mais força do que técnica.

O União de Leiria procurou assumir as operações na etapa inicial da partida mas depressa se viu que o futebol seria esforçado o que obrigaria a um esforço suplementar para tentar conciliar as vertentes força/criatividade. Defendendo-se das ofensivas iniciais do opositor que não levaram perigo para a baliza defendida por Filipe Mendes, o Santa Clara começou a equilibrar o jogo a partir dos dez minutos, pertencendo-lhe o primeiro lance de perigo aos doze: cruzamento de Fabeta na direita, Eduardo Guttardi sai mas não intercepta a bola que fica à mercê de Monteiro que rematou forte mas Hugo Garcês interceptou o disparo que levava selo de golo.

Este lance deu confiança à nossa equipa que passou a revelar-se mais solta nas saídas para o ataque, circulando mais a bola entre a defesa e o meio-campo, faltando apenas objectividade no ataque. Neste aspecto três factores influenciaram um rendimento menos expectável: o cansaço, o calor e a pressão constante que os leirienses efectuavam, não deixando o Santa Clara assentar o seu futebol nas proximidades da área adversária.

Com o Sol a pique a partida entrou numa fase mais incaracterística e os últimos quinze minutos da etapa inicial tiveram pouco para contar, excepção à combatividade de parte a parte, não faltando arreganho aos nossos jogadores na discussão de cada lance.

O primeiro quarto-de-hora da etapa complementar não foi muito diferente. Futebol musculado sem nenhuma das formações a revelar quebra física ou receio de discutir cada lance com o máximo de entrega originavam faltas que iam quebrando a tentativa de impor clarividência ao jogo. Só aos 61 minutos é que a União de Leiria levou perigo digno de registo à baliza encarnada num canto de Silvas e um cabeceamento de José António quase à queima-roupa que Matt Jones defendeu para novo canto.

O Santa Clara pressentiu que tinha que estender mais o seu futebol e na resposta Matias Oliver apareceu em zona de finalização mas Michael ainda teve reflexos para defender o remate pela linha de fundo. Na sequência do lance, Douglas apareceu ao segundo poste a rematar às malhas laterais.

Dois lances que não espicaçaram porque quase de imediato a partida voltou a ficar órfã de criatividade. Havia intenção mas as pernas não respondiam. Sobrou entrega, espírito combativo e muito sacrifício mas faltou objectividade no ataque. Já na recta final do jogo Matias Oliver e Platini apostaram na jogada individual mas a qualquer um deles faltou forças para que o remate levasse a direcção desejada.

O empate acaba por ser o reflexo de um jogo onde o físico prevaleceu mas a resposta dada pelos nossos jogadores a uma exigência diferente daquela que tinham encontrado nos últimos três encontros de preparação voltou a ser positiva. Seguem-se 36 horas de merecido descanso!

No jogo com o União de Leiria, o Santa Clara alinhou de início com: Filipe Mendes (Ney); Fabeta, Illic, Diogo Silva e Nelson; Renato, Jeferson Ramalho, Bruno Monteiro e Guilherme Appell; Monteiro e Moreira. Na segunda parte actuaram: Ney (Matt Jones); Vítor Alves, Fabão (Marx), Douglas e Platini; Edgar, Tó Miguel, Tengarrinha e Matias Oliver; Jeferson Luís (Rambé) e Renan.

fonte: site oficial do CLUBE DESPORTIVO SANTA CLARA